sábado, janeiro 30, 2010

I will be

Não há nada que eu pudesse dizer pra você
Nada que eu pudesse fazer para te fazer enxergar
O que você significa pra mim
Toda a dor, as lágrimas que eu chorei
Ainda assim, você nunca disse adeus e agora eu sei
O quão longe você iria

Eu sei que eu te decepcionei,
Mas não é mais assim agora
Desta vez eu não deixarei você ir embora

Eu vou ser tudo o que você quiser e me recompor
Pois você evita que eu desmorone
Por toda a minha vida, estarei com você para sempre
Para te entender durante o dia e deixar tudo bem

Eu pensei que tinha tudo
Eu não sabia o que a vida poderia trazer
Mas agora eu vejo, honestamente
Você foi a única coisa que eu acertei

quinta-feira, janeiro 28, 2010

terça-feira, janeiro 26, 2010

Dear

Querida mãe, querido pai, Não sei mais conviver com as pessoas.
=/

segunda-feira, janeiro 25, 2010

Getaway

Aqui eu estou, novamente falando comigo mesmo sentado na calçada
Como devo me sentir? Tantas coisas aparecendo na minha mente.
Vou ter que por o pé no acelerador, sair da cidade, tenho que fugir é mais do que posso aguentar. 

Heavily Broken

Todos os dias eu sento aqui esperando
Todos os dias parecem tão longos
E agora eu já me cansei de todo o ódio
Nós ao menos nos importamos?
É tão injusto
Qualquer dia isso tudo acabará
Todo dia não há nada novo
E agora eu só estou tentando encontrar um pouco de esperança
Para tentar me segurar
Mas começa de novo
Isso nunca vai terminar

Estou extremamente arrasado
E não sei o que fazer
Você não vê que estou sufocando?
E eu nem posso me mexer
Quando não há nada mais para dizer
O que se pode fazer?
Estou extremamente arrasado
E não há nada que eu possa fazer...

quinta-feira, janeiro 21, 2010

[...] eu sei que, apesar de eu não abalar sua vida em nada, você precisa de mim.

Say

"Sei que pretendia dizer alguma coisa muito especial pra você, alguma coisa que faria você largar tudo e vir correndo me ver"

segunda-feira, janeiro 18, 2010

Mess

"Vinha a certeza de que, de repente, bem normal,
alguém diria telefone-para-você e do outro lado da linha
aquela voz conhecida diria sinto-falta-quero-voltar."

quinta-feira, janeiro 14, 2010

:s

Algo me carrega pra perto de você, um algo infinitamente pequeno e solitário frente ao imenso e diversificado não que carrego em relação a nós. Isso, de estar por perto e poder vê-lo, sempre me gela o coração e seca a boca, o que é uma besteira pois sem dramas ou dúvidas externadas seguimos com nossas vidas e, também num acordo silencioso e quase sem importância, decidimos manter uma amizade agradável e mesmo assim, sinto, por mais infantil ou sobrenatural que pareça, eu sei o quanto nós ainda temos pela frente... juntos. Nem mesmo pelos favores que faço, mas pela maneira como faço, na hora, paro tudo e saio correndo; E ao mesmo "ponto" você sussura que me adora, e agradece com sua educação e docura tiradas do mundo aqui do lado, o qual eu mergulhava sempre que possivel (sim ainda tenho o bolo de passagens guardado na minha gaveta, na "nossa" gaveta). Percebo a confusão no ar, minha, sua, não sei.... mas o que importa, ainda continuamos com nosso acordo silencioso, assim com toda esse percepção, tambem sei que certos acordos não duram muito, pois assim espero.

fall

É fácil não ter medo de altura quando se vive subterraneamente. Agora, eu sei, posso cair, e o vento na cara, gelado, vertigem, enjôo, desespero, que medo, dá até pra morrer mas é assim que, acho eu, se vive com coragem.

quarta-feira, janeiro 13, 2010

...

Chega de sorrir para o que não me contenta e me cobrar paciência com um profundo respiro de indignação. Paciência é dom de amor aquietado, pobre, pela metade. Calma, raciocínio e estratégia são dons de amor que pára para racionalizar. Amor que é amor não pára, não tem intervalo, atropela. Não caio na mesma vala de quem empurra a vida porque ela me empurra. Ela faz com que eu me jogue em cima de você, nem que seja para te espantar. Melhor te ver correndo pra longe do que empacado em minha vida. Talvez meu amor tenha aprendido a ser menos amor só para nunca deixar de ser amor...

sexta-feira, janeiro 08, 2010

Just tell me

"Eu entro nesse barco, é só me pedir. Nem precisa de jeito certo, só dizer e eu vou (...). Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes. Mudo o visual, deixo o cabelo crescer, começo a comer direito, vou todo dia pra academia (...). Mas você tem que remar também. Eu desisto fácil, você sabe. E talvez essa viagem não dure mais do que alguns minutos, mas eu entro nesse barco, é só me pedir. Perco o medo de dirigir só pra atravessar o mundo pra te ver todo dia. Mas você tem que me prometer que vai remar junto comigo. Mesmo se esse barco estiver furado eu vou, basta me pedir. Mas a gente tem que afundar junto e descobrir que é possível nadar junto. Eu te ensino a nadar, juro! Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças! Você tem que me prometer que essa viagem não vai ser a toa, que vale a pena. Que por você vale a pena. Que por nós vale a pena. Remar. Re-amar. Amar."

long time ago...

Ainda que eu esteja numa fase bacana e sem nós no peito (o que por um lado é ruim pois a paz sempre me dá alguns quilinhos a mais e alguns textos a menos), resolvi embarcar num momento nostalgia.
Não sei se foi o clima de Natal ou de Ano Novo. Não sei se é porque agora, nesse exato momento, estou ouvindo “I know it’s over”, do Smiths, e tomando uma taça de vinho. Só sei que a noite está pedindo e resolvi fazer uma sessão nostalgia.
Acho normal. Acho perfeitamente normal lembrar com carinho que você sempre dava um jeito de me mandar mensagens em datas festivas. Estivesse você casado ou namorando ou ilhado num templo budista, dava um jeito. Era como se dissesse, sem dizer “eu sei que já faz tempo, mas ainda amo você”.
Também me faz bem lembrar que você nunca, nunca, nunca se alterava. Trouxesse o garçom o pedido errado pela terceira vez ou fizesse um playboy qualquer uma tremenda barbeiragem em cima do seu carro. Você nunca estragava nossas noites. Eram tão raros os nossos momentos, você dizia, que eram para ser sempre bons. E de fato sempre eram.
Eu tenho saudade de mil coisas e todas essas mil coisas sempre caem na mesma única coisa de que eu tenho tanta saudade: sua leveza. Você me dizia que jamais iria me cobrar leveza, pois me amava intenso. E me pedia que fizesse exatamente o mesmo, ainda que ao contrário, por você. E eu não obedecia nunca, afinal, pessoas intensas não obedecem.
E assim nós seguimos, por alguns bons anos entrecortados, sendo tão parecidos ainda que tão atraídos mutuamente pelos nossos opostos. A gente era parecido principalmente porque topava as coisas mais malucas como, por exemplo, brincar que tinha acabado de se conhecer numa festa, ainda que tivesse ido junto para a festa. E por horas ficávamos nessa bobeira e nenhum dos dois ria. Até que alguém pedia, cansado, “já pode voltar ao normal? É que está me dando vontade de transar e eu não transo com desconhecidos”.
Eu tenho saudades de tudo. Da gente acordar sua vizinha de tanto rir de coisas bestas, do seu carro sempre bagunçado, da mania que você tinha de arrumar minhas roupas em cima da cama enquanto eu tomava banho e de quando você apertava os ossinhos das minhas costas no escuro e falava, baixinho: “ai, como esse menino gosta de fazer drama!”.
Não é um sentimento egoísta e muito menos possessivo. É apenas uma saudadezinha. Gostosa, tranqüila, bonita, saudável, de longe. E, quem diria: leve.

quarta-feira, janeiro 06, 2010

Someone

Eu me achei hoje, eu me achei e fugi... mas alguma coisa me trouxe de volta, voz da razão que eu esqueci que tinha. Tudo que sei é que você não está aqui para dizer o que você sempre disse, mas está escrito no céu esta noite. Então eu não vou desistir, por que quando você menos espera a vida da voltas e eu vou ser forte mesmo que tudo dê errado. Tudo o que sei é que ontem já foi, e exatamente agora eu pertenço a esse momento, aos meus sonhos.


(Hilary Duff - Someone is whatching over me)

Why



Porque ele não precisa de mim. - Eu respondo

domingo, janeiro 03, 2010

You

Ao final sobro eu aqui, nem doar sangue eu posso porque não tenho tamanho, com medo das horas, dos sons, dos meus ossos. Se você pudesse ver agora, tão pequeno, tão desesperado, tão 'apaixonado', você me diria que queria de novo? Se você visse como flutuo pela casa sem conseguir pisar no chão porque dói demais você não dar bola, você diria novamente que que o presente foi perfeito?
Me perdoe pelos meus mil anos à frente dos nossos segundos e pela saudade melancólica que eu senti o tempo todo mesmo sendo nossos primeiros momentos. Pelo retesamento na hora de entregar. Pela maneira como eu culpo quem tiver perto por uma angustia que sempre foi e será só minha e que eu sempre suporto mas quando sinto amor fico achando que posso distribuí-la um pouco, mesmo sabendo que é fatal. Me desculpe por eu ter querido tanto ficar bonito e perfeito e só ter conseguido olheiras e ossos. Me perdoe pelas vezes que de tanto querer leveza acabei pesando a mão. De tanto querer sentir, pensei sobre como estava sentindo, e perdi o sentimento. Ou senti sem pensar e isso pra mim é como meus medos das drogas e de não olhar mais uma vez para você e nunca mais voltar pra casa. Minha maior dor é não saber fazer a única coisa que me interessa no mundo que é amar alguém. Minha mão acostumada com um mundo de chatices e coisas feias fica tão gigante quando pode tocar algo lindo e puro como você, que sufoca, esmaga e estraçalha. Me perdoe pela loucura que é algo tão pequeno precisando de amor e ao mesmo tempo algo tão grande que expulsa o amor o tempo todo. Eu sou uma sanfona de esperança. Eu tenho estria na alma...

sexta-feira, janeiro 01, 2010

:)

"Seja como for, continuo
gostando muito de você
da mesma forma,você
está quase sempre perto
de mim, quase sempre
presente em memórias,
lembranças, estórias
que conto às vezes, saudade."


(Caio F. Abreu)

Feliz 2010, que tudo se encaixe!

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